Dez anos formando quem faz o trabalho acontecer.
A UniPROF começou em 2015 dando aula em sala. Hoje é uma plataforma que contrata, treina e reconhece equipes operacionais inteiras — mas a pergunta que move a gente é a mesma de sempre: por que é tão difícil formar quem está na ponta?
O ponto cego da formação profissional
Quem trabalha na operação — no caixa, no canteiro, no box da oficina, no armazém, no posto de limpeza — é quem menos recebe treinamento. E é quem mais entra e sai das empresas.
Não é falta de vontade de quem contrata. É que o modelo não cabe na realidade: ninguém tira quarenta pessoas do turno para uma palestra de duas horas, e ninguém aprende função técnica lendo apostila depois de oito horas em pé.
A gente não descobriu isso num estudo. Descobriu atendendo empresas, prefeituras e instituições ao longo de uma década, vendo turma cheia no primeiro dia e vazia no terceiro. Foi essa constatação que virou plataforma.
Três coisas que normalmente se compram separadas.
Aqui elas são um ciclo só — e é isso que muda o resultado.
Contratar
Banco de talentos formado pela própria UniPROF, em parceria com entidades sociais. Você recebe candidato que já concluiu a trilha da função, não currículo.
Treinar
Sessões de sete minutos por dia, no celular, com conteúdo específico de cada função. Quem entra hoje começa hoje.
Recompensar
Quem evolui aparece no painel e ganha acesso a benefícios reais. Reconhecimento com critério, não por percepção do gestor.
Quando o ciclo é um só, o dado de quem você formou é o mesmo dado de quem você promove. É isso que um LMS avulso não entrega.
Três convicções que definem o produto.
Formação boa cabe na rotina
Se o treinamento exige parar a operação, ele não acontece — vira relatório de horas que ninguém aplicou. Sete minutos por dia funciona porque respeita o trabalho de quem aprende.
Reconhecimento precisa de critério
Promover por percepção do gestor gera injustiça e desmotiva justamente quem se esforçou. Com dado de competência por pessoa, mérito deixa de ser opinião e passa a ser demonstrável.
Quem forma tem responsabilidade sobre quem ficou de fora
Cada licença ativada por um cliente gera uma bolsa gratuita para alguém em busca de trabalho, distribuída por entidades parceiras. Não é ação de marketing: está no contrato, é parte do modelo.
Rodrigo Lopes
Fundador da UniPROF
Professor há 20 anos. Desenvolveu empresas e criou projetos de geração de emprego e renda em todo o país — mais de 500 iniciativas sociais, educacionais e de tecnologia na última década, que alcançaram mais de 50 mil pessoas em capacitação, treinamento e arranjos econômicos locais.
É criador da UniPROF e da Mayla Saúde. A plataforma nasceu de uma inconformidade acumulada em duas décadas de sala de aula: o conhecimento chega com facilidade a quem já tem acesso, e quase nunca a quem está na operação.
Empresas e instituições que já formaram equipes conosco
Veja o que a rotatividade custa na sua operação.
Sete perguntas e você recebe o retrato da sua operação, calculado a partir dos seus próprios números.